Pular para o conteúdo principal

Alex


 

Vencedor do prêmio Crime Writers’ Association (CWA) International Dagger de melhor romance policial traduzido, o segundo volume da Trilogia Verhoeven - escrita por Pierre Lemaitre - é excepcional.

Na minha visão, o modo de escrita difere do primeiro (Irene). 

As frases mais curtas dão agilidade à narrativa e ai ntrospecção do Comandante Camille Verhoeven está muitom ais acentuada.

É absolutamente possível lê-lo sem ter lido Irene, mas a leitura deste preenche determinadas lacunas e tornac ompletamente inteligível as atitudes do Comandante e des eus parceiros de equipe.

Três investigadores: o taciturno Camille, o excepcionalmenter rico Louis e o avarento Armand. Diferentes e complementares, eles partem para solucionar o sequestro de uma garota. A partir daí, nada é o que parece. Ou é?

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

George MacDonald

 

Cartas de Amor do Profeta

  Autor:  Khalil Gibran .  Editora: Ediouro. 112 páginas. “Um homem revela sua alma quando ama, e na correspondência com Mary Haskell encontrei o mundo interior de Gibran Kahlil Gibran”. Com tradução e adaptação de Paulo Coelho, este livro reúne as mais belas cartas de amor escritas pelo místico poeta autor de O Profeta e revela a alma deste que é, por sua universalidade, um dos pensadores mais admirados de nossa época. "Se eu aceito o sol, o calor e o arco-íris, preciso aceitar também o trovão, a tempestade e o raio". "A consciência de uma planta no meio do inverno não está voltada para o verão que passou, mas para a primavera que irá chegar." "Sempre acreditei, Mary, que a Revelação é apenas a descoberta de algo maior que já existe em nós mesmos, uma parte de nós que não ousamos penetrar - e que, entretanto, permite experimentar o que não ousamos sentir." "Quando alguém consegue trabalhar de dentro para fora, vive num estado de constante renasciment...

Precisamos Falar Sobre o Kevin

  Autor  Lionel Shriver  - Editora  Intrínseca - 464 páginas. Lionel Shriver realiza uma espécie de genealogia do assassínio ao criar na ficção uma chacina similar a tantas provocadas por jovens em escolas americanas. Aos 15 anos, o personagem Kevin mata 11 pessoas, entre colegas no colégio e familiares. Enquanto ele cumpre pena, a mãe Eva amarga a monstruosidade do filho. Entre culpa e solidão, ela apenas sobrevive. A vida normal se esvai no escândalo, no pagamento dos advogados, nos olhares sociais tortos. Transposto o primeiro estágio da perplexidade, um ano e oito meses depois, ela dá início a uma correspondência com o marido, único interlocutor capaz de entender a tragédia, apesar de ausente. Cada carta é uma ode e uma desconstrução do amor. Não sobra uma só emoção inaudita no relato da mulher de ascendência armênia, até então uma bem-sucedida autora de guias de viagem. Cada interstício do histórico familiar é flagrado: o casal se apaixona; ele quer filhos, ela ...